Gobierno abierto en la política exterior brasileña: prácticas y límites de la Ley de Acceso a la Información en el Ministerio de Relaciones Exteriores
DOI:
https://doi.org/10.36428/revistadacgu.v18i33.941Palabras clave:
gobierno abierto, política exterior brasileña, transparencia, acceso a la información, ItamaratyResumen
El artículo analiza las dinámicas institucionales de la Ley de Acceso a la Información como práctica de Gobierno Abierto en la política exterior brasileña, con el Ministerio de Relaciones Exteriores como caso de estudio. Se sostiene que, aunque la ley ha ampliado los mecanismos de transparencia, su efectividad sigue influenciada por prerrogativas de secreto, arreglos institucionales y una cultura organizacional orientada a la reserva informacional. Metodológicamente, combina el análisis normativo con un examen empírico cualitativo y cuantitativo de datos sobre clasificación de información, solicitudes de acceso e indicadores de transparencia activa, provenientes de bases oficiales. Los resultados muestran que el Itamaraty concentra un volumen significativo de documentos clasificados, enfrenta alta demanda de acceso con patrones de prórroga y apelación, y presenta bajo desempeño en transparencia activa, especialmente en datos abiertos. Se concluye que el Gobierno Abierto en la política exterior brasileña avanza de forma incremental y tensionada, evidenciando limitaciones recurrentes.
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