Governo aberto no Brasil e variáveis institucionais: uma revisão de escopo das relações com participação cidadã, cooperação interfederativa e equilíbrio fiscal

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36428/revistadacgu.v18i33.862

Palavras-chave:

governo aberto, variáveis institucionais, participação cidadã, equilíbrio fiscal, cooperação federativa

Resumo

Este artigo apresenta uma revisão de escopo sobre a produção acadêmica relacionada ao governo aberto, com ênfase em sua articulação com variáveis institucionais, especificamente participação cidadã, cooperação interfederativa e equilíbrio fiscal. A pesquisa parte do reconhecimento de que, embora a agenda do governo aberto tenha avançado no Brasil, persistem lacunas analíticas, particularmente no que se refere à integração dessas práticas com elementos estruturantes da governança pública. A partir de uma busca sistemática nas bases SciELO, Scopus e Web of Science, foram identificados enfoques predominantes e vazios teóricos na literatura nacional e internacional. Os resultados evidenciam a prevalência de abordagens tecnocráticas e normativas, em detrimento de análises que considerem os condicionantes institucionais. O estudo propõe que a compreensão do governo aberto como estratégia transversal requer incorporar dimensões estruturais da gestão pública, superando visões fragmentadas. Conclui-se que a revisão oferece uma contribuição analítica ao conectar a agenda de pesquisa de governo aberto com variáveis institucionais, estabelecendo, assim, uma base para estudos empíricos no Brasil e comparados internacionalmente.

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Biografia do Autor

  • Silvia Karina Alves Barros Cardoso, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

    Doutoranda em Administração pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com pesquisa em Governo Aberto, dedicada à análise de seus fundamentos institucionais e implicações para a gestão pública. Mestra em Administração Pública pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Graduada em História pela Universidade de Pernambuco (UPE). Possui especializações nas áreas de Governança, Gestão Pública, Licitações, Compliance e ESG, com atuação acadêmica e profissional voltada à governança pública, contratações públicas e políticas de eficiência no setor público.

  • Bruna Hamerski, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

    Doutora em Administração pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), mestre em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e graduada em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Desenvolve pesquisas sobre participação a partir de abordagens interpretativas e críticas, e tem se dedicado ao estudo da teoria e da epistemologia, especialmente de suas implicações para a pesquisa e escrita acadêmica.

  • Antônio Sérgio Araújo Fernandes, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

    Professor Titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA) no Núcleo de Pós-Graduação em Administração da Escola de Administração da UFBA (NPGA/EA-UFBA). É doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) com pós-doutoramento em Administração Pública pela University of Texas at Austin (LBJ School of Public Affairs) com bolsa CAPES, mestrado em Desenvolvimento Urbano pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e graduação em Administração pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

  • Alex Bruno F. M. do Nascimento, Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)

    Doutor e Mestre em Administração (UFRN); graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Piauí (2008), Professor da Universidade Federal de Campina Grande - Curso de Administração. Professor do Programa de Pós-Graduação em Administração PPGA/UFCG. Interesse de pesquisa em: Cooperação Intergovernamental; Governança Colaborativa; Inovação no setor público.

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Publicado

19.05.2026

Edição

Seção

Governo Aberto: Transparência, Participação e Ouvidoria

Como Citar

Cardoso, S. K. A. B., Hamerski, B., Fernandes, A. S. A., & do Nascimento, A. B. F. M. (2026). Governo aberto no Brasil e variáveis institucionais: uma revisão de escopo das relações com participação cidadã, cooperação interfederativa e equilíbrio fiscal. Revista Da CGU, 18(33). https://doi.org/10.36428/revistadacgu.v18i33.862

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