Planificación de unidades de auditoría interna gubernamental en base a la gestión de riesgos en las universidades federales
DOI:
https://doi.org/10.36428/revistadacgu.v17i31.639Palabras clave:
riesgo, gestión de riesgos, auditoria interna, universidades federales, matriz de riesgoResumen
Auditoría Interna (AUDIN) debe alinear el desarrollo de sus actividades con las expectativas de la alta dirección y otras partes interesadas para la planificación y el logro de los objetivos de la entidad, así como considerar la implementación de la gestión de riesgos, con miras a la publicación de varios normativa que recomienda su uso en la planificación de sus actividades. En este sentido, esta investigación tuvo como objetivo analizar la planificación de actividades en AUDIN pertenecientes a universidades federales, con el alcance de la gestión de riesgos, en 2019 (previo a la pandemia (crisis) de COVID-19). Se trata de una investigación descriptiva, con enfoque cualitativo y análisis documental en 62 (98,41%) informes obtenidos mediante búsqueda en Google y transparencia pasiva, siendo categorizados mediante una hoja de cálculo electrónica. Entre los resultados se destaca que todas las universidades utilizan la gestión de riesgos para seleccionar trabajos, identificándose 15 tipos de Matrices de Riesgo, cuyas metodologías más comunes se basaron en la selección de trabajos con base en la evaluación de riesgos realizada por AUDIN y selección de trabajos. basado en factores de riesgo. La participación de los gestores en la planificación AUDIN alcanza el 53,3%, fundamental para obtener un enfoque más integral y focalizado, promoviendo una mayor comprensión de los riesgos y desafíos específicos que enfrenta la institución. La investigación contribuye con un panorama holístico y con un sesgo hacia la aplicación real de la identificación de demandas y criterios de planificación adoptando la gestión de riesgos, en el nivel de divulgación de las metodologías prácticas adoptadas por AUDIN en las universidades públicas federales brasileñas, sin embargo, no analizó cómo está siendo el proceso de implementación y gestión de riesgos se llevó a cabo en las entidades de manera institucional, constituyendo una oportunidad para futuras investigaciones.
Descargas
Referencias
Aquino, A. C. B. d., Rocha, A. C., Olivieri, C., & Pinho, J. A. G. d. (2018). Controle governamental, accountability e coprodução. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 13(2), 123- 127. DOI: https://doi.org/10.21446/scg_ufrj.v13i2.19763
Araújo, A., & Gomes, A.M. (2021). Gestão de riscos no setor público: desafios na adoção pelas universidades federais brasileiras. Revista Contabilidade & Finanças, 32(86), 241-254. https://doi.org/10.1590/1808-057x202112300
Arena, M., Arnaboldi, M., & Azzone, G. (2010). The organizational dynamics of enterprise risk management. Accounting, Organizations and Society, 35(7), 659-675.
Aven, T. (2016). Risk assessment and risk management: Review of recent advances on their foundation. European Journal of Operational Research, 253(1), 1-13. http://dx.doi.org/10.1016/j.ejor.2015.12.023.
Ávila, M. D. G. (2014). Gestão de riscos no setor público. Revista Controle-Doutrina E Artigos, 12(2), 179-198. http://dx.doi.org/10.32586/rcda.v12i2.110.
Azevedo, M. M., Cardoso, A. A., Federico, B. E., Lima, M.A. F., & Duarte, J. G. (2017). O compliance e a gestão de riscos nos processos organizacionais. Revista de Pós-graduação Multidisciplinar, 1(1), 179-196.
Brasil. (2015). Instrução Normativa 24, de 17 de novembro de 2015. Dispõe sobre o Plano Anual de Auditoria Interna (PAINT), os trabalhos de auditoria realizados pelas unidades de auditoria interna e o Relatório Anual de Atividades da Auditoria Interna (RAINT) e dá outras providências. Brasília: CGU, 2015. Disponível em: (Microsoft Word - Proposta de Instru347343o normativa - VERS303O FINAL - ap363s nova revisao Ministro.docx)
Brasil. (2016). Instrução Normativa Conjunta MP/CGU n° 01, de 10 de maio de 2016. Dispõe sobre controles internos, gestão de riscos e governança no âmbito do Poder Executivo federal. Brasília: CGU, 2016. Disponível em: Instrução Normativa Conjunta MP-CGU nº 01, de 10 de maio de 2016 - Wiki CGU
Brasil. (2017a). Instrução Normativa no 3, de 09 de junho de 2017. Aprova o Referencial Técnico da Atividade de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal. Brasilia: CGU. Retrieved from Instrucao_Normativa_CGU_3_2017.pdf
Brasil, (2017b) Decreto nº 9.203, de 22 de novembro de 2017. Dispõe sobre a política de governança da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Brasil, 2017. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9203.htm
Brasil. (2018). Instrução Normativa n° 09, de 9 de outubro de 2018. Dispõe sobre o Plano Anual de Auditoria Interna - PAINT e sobre o Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna - RAINT das Unidades de Auditoria Interna Governamental do Poder Executivo Federal e dá outras providências. Brasília: CGU, 2018. Disponível em: Instrução Normativa nº 9, de 9 de outubro de 2018 - Wiki CGU
Castro, D. P. de. (2015). Auditoria, Contabilidade e Controle Interno no Setor Público (6th ed.). São Paulo: Atlas.
Cavalcanti, A. C. F., & Martins, C. D. P. (2015). Influências do gerenciamento de riscos na melhoria das aquisições públicas de um hospital da rede Sentinela. Revista Gestão & Saúde, 6(2), 1726-1748.
Dantas de Morais, M. G., Lima, F. F. R. R., & Silva, N. G.A. (2023). O Papel da Auditoria Interna na Promoção da Accountability nas Instituições de Ensino Superior do Rio Grande do Norte. Revista Da CGU, 15(27). https://doi.org/10.36428/revistadacgu.v15i27.511
Diniz, F. F., & Sales, E. N. (2018). A Percepção dos Auditores e dos Auditados sobre o Trabalho da Auditoria Interna em uma Empresa Estatal Federal. RAGC, 6(25).
Drogalas, G., Eleftheriadis, I., Pazarskis, M., & Anagnostopoulou, E. (2017). Perceptions about effective risk management. The crucial role of internal audit and management. Evidence from Greece. Investment Management & Financial Innovations, 14(4), 1
Fernandes, L. D. L. F., Borges, T. J., & Leite Junior, M. C. R. (2017). Auditoria e Controle Interno no setor público e sua contribuição para a democracia. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, 15(1), 642-654.
Gitman, L. J.; Zutter, C. J. (2017). Princípios de administração financeira (14. ed.). São Paulo: Pearson.
Kerzner, H. (2009). Project Management: a systems approach to planning, scheduling and controlling. (10. ed.).New York: John Wiley & Sons.
Klein Junior, V. H. (2020). Gestão de riscos no setor público brasileiro: uma nova lógica de accountability?. Revista de Contabilidade e Organizações, 14, e163964. https://doi.org/10.11606/issn.1982-6486.rco.2020.163964
Mattos, J. G. (2017). Auditoria pública [recurso eletrônico]. Porto Alegre: SAGAH.
Miranda, R. F. de A. (2017). Implementando a Gestão de Risco no Setor Público. Belo Horizonte: Fórum.
Oleskovicz, M., Oliva, F. L., & Pedroso, M. C. (2018). Gestão de riscos, governança corporativa e alinhamento estratégico: um estudo de caso. Revista Ibero Americana de Estratégia, 17(2), 18-31.
Pinheiro, D. R., & Oliva, E. C. (2020). A atuação da auditoria interna na governança pública: um estudo baseado na visão da alta administração das universidades públicas federais brasileiras. Contabilidade Vista & Revista, 31(2). https://doi.org/10.22561/cvr.v31i2.4933
Rodrigues, R. C. (2019). Métodos adotados na Administração Pública para elaborar Matrizes de Risco. RAGC, 7(30).
Rodrigues, R. C., & Machado, M. V.V. (2021). Atuação da Auditoria Interna nas Universidades Federais Brasileiras. Administração Pública E Gestão Social, 13(4). https://doi.org/10.21118/apgs.v13i4.11151
Rodrigues, R. C., Sampaio, T. T. L., & Machado, M. V. V. (2020). O Perfil da Auditoria Interna nas Universidades Federais Brasileiras. Revista FSA (Centro Universitário Santo Agostinho), 17(10), 117-144.
Rodrigues, R. C., Macêdo, F. F. R. R., & Sampaio, T. S. L. (2023). Prazos e qualidade das respostas na transparência passiva. Revista do TCU, 1(151), 146-169.
Sousa, M., Finati, C., Perez, M., & Duarte, K. (2018). Gestão de risco nas instituições universitárias: uma análise comparativa da metodologia da Controladoria Geral da União e do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Anais do Colóquio Internacional de Gestion Universitária (1-17). https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/190469
TCU. ISSAI 100 - Princípios Fundamentais de Auditoria do Setor público. Brasília, 2016. Disponível em: portal>file>filedownload.
Trivelato, B. F., Mendes, D. P., & Dias, M. A. (2018). A importância do gerenciamento de riscos nas organizações contemporâneas. Revista FATEC Zona Sul, 4(2),1-20. https://www.revistarefas.com.br/index.php/RevFATECZS/article/ view/147
Vasconcelos, V. L. D., Cruz, V. L., Santos, R. R. D., & Amorim, K. A. F. D. (2017). As Práticas de Auditoria Interna em uma Cooperativa de Crédito Sob a Perspectiva do COSO II. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 12(2).
Vieira, G., & Quadros, R. (2017). Organização para inovação: Integrando estratégia, estrutura e processos de gestão. Desafio online, 5(2), 200-220.
Vieira, E. F. A. (2019). Proposta de aplicação de um sistema de auditoria interna–grupo hoteleiro (Doctoral dissertation, Universidade de Lisboa (Portugal)).
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista da CGU

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista da CGU sigue a la Licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY), que permite que los trabajos publicados se usen y compartan, siempre dando crédito a los autores y origen. Los contenidos publicados hasta 2019 tienen permiso genérico de uso y distribución con indicación obligatoria de autoría y origen.
La presentación de la propuesta implica un compromiso de no enviarla a otra revista y autoriza, si se aprueba, su publicación.Destacamos algunos puntos esenciales y no exhaustivos relacionados:
- La presentación de la propuesta también implica que el (los) autor (es) está (n) de acuerdo con la publicación, sin resultar en remuneración, reembolso o compensación de ningún tipo.
- Los textos publicados son responsabilidad de los autores y no representan necesariamente la opinión de la revista.
- La responsabilidad por cualquier plagio es responsabilidad del (de los) autor (es).
- La persona responsable de la presentación declara, bajo las sanciones de la Ley, que la información sobre la autoría del trabajo es completa y correcta.
También se destacan los elementos relacionados con nuestras Políticas editoriales, en particular con la Misión y Alcance de la revista, la Ética de Publicación, el Proceso de Evaluación por Pares y la Política de Acceso Abierto.
